Observatório da Jihad


30.10.06

Fatwas na internet incitam os muçulmanos à jihad

Num artigo publicado no diário saudita Al-Riad, o jornalista Fares bin Hazam descreve como os predicadores das mesquitas e a propaganda na internet está a incitar os jovens muçulmanos a aderir à jihad.
No mesmo jornal, a entrevista a um jovem muçulmano que foi combater para o Afeganistão proporciona, em primeira mão, a confirmação desta denúncia.
Notícia e entrevista em espanhol no portal El Reloj

6 Comments:

At 18:04, Blogger João Moutinho said...

De entre coisas, seria melhor que os europeus também se lembrassem de fazer filhos.
Estamos perante um grave problema mas temos de ter cuidado com reacções acéfalas, como a de condenar todos os muçulmanos - que não estou a dizer que este blog o faz.

 
At 20:44, Blogger Sliver said...

O João Moutinho toca em dois pontos crucias. Mas a fraca natalidade europeia não pode justificar os problemas da não integração. Portugal recebe estrangeiros que se integram e contribuem para o desenvolvimento do país. Em relação a esses não vejo ninguém protestar ou acautelar-se. Mas o tema da natalidade é lateral a este blogue. Coisa que já não acontece com a condenação de «todos» ou de «alguns muçulmanos». Temos uma minoria de muçulmanos que se afirma islamista ou apoiante dos islamistas. Temos uma ínfima minoria de muçulmanos que condena o islamisto e pretende reformar o islão. São poucos, normalmente são aqui mencionados, e vários vivem ameaçados e sob protecção familiar. Finalmente temos a grande maioria silenciosa. Os que estão calados porque ignoram o assunto, os que estão calados por medo e os que estão calados mas apoiam os fundamentalistas. Como se interpreta o silêncio? Eu tenho dificuldade. Era bom que os muçulmanos - pelo menos os que vivem no Ocidente - começassem a falar, a debater internamente. Só assim podem impedir generalizações e injustiças.

 
At 12:22, Blogger miazuria said...

" É bem verdade que nem todos os muçulmanos são terroristas, mas também e bem verdade que os mais perigosos atentados contra o ocidente foram executados por muçulmanos...."
O Islão, pela sua natureza teológica e política é intolerante,totalitário e expansionista.
Quem negar isto é cego voluntariamente e não sabe nada sobre esta religião.
O problema não está no islamismo, está no próprio Islão.
Este é incompatível com a "weltanschauung" e modo de vida dos Europeus.
A sua ameaça é directamente proporcional ao número dos muçulmanos existentes num determinado território. Os conceitos de Dar al-Harb e Dar-al-Islam não são mera conversa fiada...

Aliás, qualquer movimento ou tentativa de reformar o Islão por dentro passou a ser considerado herético e acabou sendo perseguido. Basta conhecer um pouco a história interna do Islão.
Veja-se o que aconteceu e acontece com os Alauitas, Alevis, Bahai,Ismaelitas, etc.
Perante o Islão não assumamos o papel triste de tontos úteis....
Tal atitude paga-se bem caro!

" Uma religião que despreza e não gosta de cães define-se pela negativa!"

 
At 15:27, Blogger Obl said...

Para miazuria.
O texto dos seus comentários pode ser copiado para outro blog/página da net ?
Obrigado,
obl

 
At 16:03, Blogger João Moutinho said...

Miazuria,
Desde já agradeço-lhe a referência aos Bahá'ís.
Permitam-me referir que a Fé Bahá'í não é um movimento reformista dentro do Islão mas uma Religião independente - tal como o cristianismo o é perante o Islamismo.
Um dos princípios da Fé Bahá'í reside no estabelecimento de igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.
Ora, a Fé Bahá'í repousa sobre os ombros do Islão.

 
At 22:34, Blogger SAM said...

Se me permites João, tentarei dar um passo mais.

A Fé Bahá'í mais do que repousar sobre os ombros do Islám, levanta-se para agir no sentido da aproximação dos ombreamento religioso.

A religião Bahá'í é mais que a dissidência do Islam, é a renovação da religiosidade, do religamento da espécie humana à Deidade una. A Fé Bahá'í surge como novo patamar da evolução de uma única Religião, a religião do sabeísmo, do hinduismo, do zoroastrianismo, do judaismo, do budismo, do cristianismo e do islão. Não é nem o primeiro patamar nem o derradeiro momento da religiosidade: é a sua renovação com novos princípios sociais mas a mesma lei universal de Amor universal.

 

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