Observatório da Jihad


25.12.06

O Estado turco interfere nas eleições holandesas


É o primeiro caso conhecido de influência directa do governo de um país nas eleições de um país europeu através dos seus imigrantes:

In an e-mail sent to thousands of ethnic Turks in the Netherlands the Turkish Ministry of Religious Affairs called on them to vote for Fatma Koser Kaya, a 38-year old woman whose family emigrated to the Netherlands when she was six years old. Koser Kaya is a member of the leftist “social-liberal” Democrats 66 (D66) party. On 22 November, D66 lost three of its previous six seats in Parliament. Koser Kaya, however, though only sixth on the list of D66 candidates, was elected as one of the party’s three parliamentarians thanks to the 34,564 individual votes she got, possibly as a result of the Turkish government’s interference.

Resumindo, apesar de ser a sexta na lista do seu partido e este só ter eleito 3 deputados, Fátima foi eleita. Foto: propaganda para o parlamento holandês... em turco.
via Eurabian News

5 Comments:

At 09:37, Anonymous Anónimo said...

Halima Chehaima....En detresse ?

 
At 10:19, Anonymous EU said...

Qual é o espanto?! Quando no país vivem muitos turcos claro que haverá escritos em turco, cartazes, publicidades,...
Aqui não está na moda toda escrita em russo?
Só falta nas embalagens dos medicamentos escrevam em russo.
Ainda nas estradas no Algarve (um nome árabe) os cartazes escritos em inglês?
Ademais vou, eu, denunciar que há deputados iranianos também nos parlamentos nos países europeus inclusive uma senhora doutora na Inglaterra.
Nomes??? Você quer nomes???!!!
Sinto muito isto é um trabalho para Super Sliver descobrir os nomes.

Feliz 2007

 
At 11:07, Blogger Sliver said...

O comentário anterior é politicamente light. Comparar um cartaz político com candidatos a um orgão de soberania nacional com publicidade comercial não é a mesma coisa. Todavia, isto é o pormenor da notícia. O importante é que um ministério turco interferiu nas eleições se outro país!

 
At 15:59, Anonymous EU said...

Lê a parte politica também:
"Ademais vou, eu, denunciar que há deputados iranianos também nos parlamentos nos países europeus inclusive uma senhora doutora na Inglaterra."

Ou acha que vou me dar ou trabalho de ir atrás destas baboseiras.
Se num país vive uma minoria de grande número certamente deve ter alguns direitos.
Você sabia que uma das condição de se naturalizar português para cidadãos dos países de língua oficial não portuguesa é de ter 10 anos em Portugal no entanto muitos cidadãos dos países da Leste se naturalizaram português com muito menos tempo por causa dos protocolos entre os governos agora como no caso relatado aqui o outro governo é turco aí é fim do mundo?
E olha que não se engana eu tenho muito mais motivos que você para odiar esta córdia.

 
At 17:51, Anonymous Anónimo said...

Amigos, já alguém notou que o nosso problema é essencialmente demográfico? A falta de tomates revela-se em dois planos distintos. Por um lado, há poucos nascimentos. Se a população jovem europeia cristã não aumenta, estamos bem tramados (um casal cristão te 1 ou dois filhos; um casal muçulmano tem 5 ou 6. Estão a ver o resultado, não estão?). Por outro lado, a falta de tomates revela-se na cobardia e mesquinhez dos politicos e dos intelectuais ocidentais, que não têm a coragem de dar um murro na mesa e recusar a barbarie mongoloide e medieval dos islamitas radicais.

Draco

 

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