Observatório da Jihad


30.11.06

Desmistificando o Al-Andaluz

Quantas vezes já escutou que o Al-Andaluz era o «paraíso na terra» ou outra coisa parecida? Paisagens de sonho, vegetação luxuriante onde todas as culturas coabitavam com o beneplácito do califa e onde cristãos, judeus e muçulmanos trabalhavam em harmonia e preocupando-se com as ciências, as artes e o progresso social.
É este retrato fantasma que nos querem impor os extremistas de esquerda e os alter-mundialistas, para quem o «outro», mesmo de faca nos dentes, tem sempre razão sobre «nós»
O blogue
Islamiquement Incorrect convida-nos a analisar as fontes históricas para percebermos como era a vida quotidiana das minorias sob o jugo muçulmano no Al-Andaluz: uma verdadeira sociedade de apartheid.
primeira parte, segunda parte.

6 Comments:

At 12:09, Anonymous Anónimo said...

Bem, os tempos eram outros, mas até esse "apartheid" em versão soft era uma inovação. Judeus e cristãos podiam enriquecer e contribuir com os seus intelectuais para a sociedade islâmica andaluza, e, curiosamente, poucos relatos de infelicidade nos chegam deles dessa época. Parece mesmo que são tudo rosas. O anti-semitismo e o espírito genocidário que eliminava judeus ciclicamente, esse, estava claramente do lado "cristão" - onde um muçulmano seria, regra geral, imediatamente assassinado ou escravizado só por o ser. E se na sociedade andaluza (ou nas sociedades islâmicas da Europa mais a leste) judeus e cristão tinham um estatuto "inferior" ao dos conquistadores islâmicos, bastava converterem-se para atingir, de imediato, a mesma posição social islâmica, sem nenhum tipo de discrimnação de raça ou cultura. Como bem sabemos, jamais algo semelhante sucedeu com os judeus sob dominio cristão. Continuavam a ser perseguidos muitas gerações depois de os seus antepassados se tornarem cristãos. Obviamente que a cultura islâmica andaluza não era perfeita, mas era seguramente uma das sociedades mais progressistas que até então se vira na Europa.

 
At 12:28, Blogger Sliver said...

não discordo do que diz... sobre o cristianismo é conhecido e assumido o seu péssimo comportamento nessa época. Convém que agora se esclareça que o Al-Andaluz não foi o oásis que sistematicamente nos querem fazer crer. O Islão quando aparece até aparenta alguns sinais saudáveis. Hoje, quando que diz que na lei islâmica a mulher tem somente metades dos direitos do homem, por exemplo no caso de herança, não podemos esquecer que quando isso foi implantado foi um avanço considerável porque antes não tinham nenhum direito. O problema é que já estamos no séc XXI e o Islão tradicional, com os seus sábios e leis, recusa descolar do séc. VII. Essa é a tragédia deles e brevemente será a nossa se não tivermos precaução.

 
At 12:36, Anonymous Jaï Bettancourt de Carvalho said...

"""bastava converterem-se para atingir, de imediato, a mesma posição social islâmica"""

Pois foi atè ao ponto onde os muçulmanos prohìbiram que se convertesem ao islão !

E porquê ?

Porque os muçulmano tiravam o seu poder da condição de dhimmi e os impostos que pesavam sobre a sociédade não muçulmana, causa de numero de revoltas sangrantes !

A povoação muçulmana nunca chegou a ultrapassar ao maximo 10% dos habitantes, e sempre foi uma élìte guerreira, razão por a qual foram explussos depois de tantos séclos enfrentados as suas contradições mais flagrantes !

E a dita tolerancia muçulmana foi somente porque eles não tinham capacidades suficientes em termos militares e em numeros, e não podiam fazer tudo sozinhos.

Pois como muçulmano è muçulmano o que se verifica ainda hoje, eles na altura perderam muita força em conflitos internos e assassinos o que è uma constante em toda a historia do islão.

O que se està passando com os muçulmanos radicais tambem è uma constante ao longo da historia do islão, e a minoria radical sempre levou a melhor sobre a maioria, e isso tem por nome a "Fitna", quer dizer a reviravolta do jihad sobre eles pròprios.

 
At 11:24, Anonymous Anónimo said...

Israel = Apartheid
Israel = Direitos básicos baseados na raça

Israel era aliado acérrimo da África do Sul durante o regime de Apartheid.

 
At 13:23, Blogger MARTEL said...

São nestas ocasiões que lamento imensamente não saber falar francês!... Alguém poderia fazer a gentileza de traduzir?

 
At 22:42, Anonymous Anónimo said...

martel dê uma martelada na sua cabeça e aprenda a usar os tradutores automáticos da Internet.

 

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