Observatório da Jihad


11.8.06

Ao cuidado dos jornalistas

Começa a irritir a frequência com que os membros das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa são mencionados na imprensa portuguesa como «activistas». A notícia costuma provir assim da Lusa e não é tratada.
Estes palestinianos / muçulmanos são terroristas, assassinos, bombistas suicidas, filhos da puta, etc. e espera-se que nenhum destes carinhosos jornalistas esteja por perto quando os terroristas das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa exercerem a sua «actividade».

19 Comments:

At 11:03, Blogger Anthrax said...

Caro Sliver,

Permita-me discordar de um pequeno ponto; se os «piquenos» são «activistas», é de toda a conveniência que «estes carinhosos» jornalistas estejam por perto quando os moços exercerem o seu activismo. Só assim poderão testemunhar e documentar (até ao BUM final, pelo menos), a actividade.

Além disso, não era nada democrático impedir a imprensa de fazer o seu trabalho.

 
At 11:58, Blogger Sliver said...

Estou convencido que, da parte de alguns jornalistas, a designação é acidental. As redacções estão cheias de estagiários que não estão preparados para lidar com a manipulação a que estão permanentemente sujeitos. Outros jornalistas são militantes da causa palestiniana e muçulmana e, esses realmente, talvez não lhes fizesse mal sentir no corpo a prosa envenenada que costumam destilar.

 
At 16:22, Anonymous Anónimo said...

E cristãos.

http://www.webislam.com/?idt=5034


Os meios de comunicação estão certos em falar de activistas.
Na verdade são resistentes aos invasores.

 
At 16:29, Blogger Sliver said...

leiam o artigo que o anónimo destaca... eu comovi-me com tanta amabilidade e hospitalidade dos assassinos de Al-Aqsa.

 
At 17:04, Blogger Virus said...

Pois caro anónimo até que estou de acordo consigo com a denominação de activistas...

Mas a justificação não é essa, é porque eles na realidade ACTIVAM bombas... hence "activistas"... bem visto sem dúvidas!

Já agora os mortos nos comboios em Madrid, no metro em Londres e em Paris, nas Torres Gémeas em NY, no Pentágono em Washington, nos comboios na India, nas estâncias balneares em Bali, também são de "resistentes aos invasores", caro anónimo... ora justifique lá essa e, pelo caminho, identifique-se, só lhe fica bem!...

 
At 22:15, Blogger Anthrax said...

É... estes "activistas" são uns verdadeiros heróis.

São uns heróis, frustrados, sóciopatas, com dificuldades de integração na sociedade, dificuldades de relacionamento inter-pessoal, fanáticos, com complexos narcisistas agressivos, com crises de identidade negativa, com complexos de rejeição-vingativa, não conseguem reconhecer e respeitar o outro, são alienados da realidade que utilizam a retórica e a semântica na óptica da auto-justificação e enquanto processo de racionalização dos actos violentos que praticam.

São criaturas mental e fisiologicamente perturbadas que se excitam com a prática da violência e têm uma grande necessidade de poder e de controlo sobre os outros. Em situações de grande tensão ou stress, o seu cérebro produz endorfinas com uma capacidade analgésica 100 vezes mais potente do que morfina. Nunca se vêem como terroristas, no seu mundinho fechado vêem-se como "Guerrilheiros da Liberdade", Mártires, "Libertadores" ou Revolucionários.

Agora, podemos acrescentar mais uma palavra. Além de psicopatologicamente instáveis, são também Activistas.

 
At 00:03, Anonymous Anónimo said...

Anthrax, você acertou em cheio ao traçar o perfil psicologico destes "activistas".
Resumindo: são perversos no sentido psicanálitico.

 
At 10:15, Anonymous Máquina Zero said...

Eu cá espero que alguns dos jornalistas que lhes chamam activistas estejam por perto.

 
At 10:15, Anonymous Anónimo said...

Exactamente como afirmei, activistas e resistentes.
Alguns dos metodos usados podem e devem ser condenados.
O mesmo para o terrorismo de estado efectuado por Israel.
O que me difere da maioria é considerar que todas as vidas são sagradas.
Atacar o islão como religião é perpetuar o ódio, desprezo pela vida humana é justificar crimes ignóbeis.
Durante 2 milénios a igreja católica fe-lo para com os judeus e o resultado é conhecido.
Acredito que muitos apreciariam repetir a shoa com os muçulmanos no lugar dos judeus.
Este site é um lugar racista e lamento profundamente a existência de gente como o criador deste site, assim como os apoiantes.
Apoiem a justiça e o problema no médio oriente resolver-se-á, assim como metade dos problemas mundiais.
Não sou ingenuo, nem tenho ilusões de que estas palavras encontrem eco.

 
At 12:31, Blogger Sliver said...

Anónimo
perco algum tempo consigo para lhe dizer que aqui ninguém ataca o Islão. Estamos todos a defender-nos dessa religião/ideologia retrógrada e criminal que, actualmente é praticada à letra pelos muçulmanos e onde não se vislumbra, infelizmente, a mínima reforma.
Fala em justiça para o Médio Oriente? Quer explicar como se consegue isso nos sítios onde as crianças aprendem na escola primária a odiar e a matar os judeus? Lembrei que é apoiante da Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa. Esqueça a pergunta.
Concordo consigo quando diz que não é ingénuo, consigo percebe-se que é mesmo má-fé e já agora escusa de vir aqui dizer quem é e não é racista porque a sua opinião não conta para nada.
Tente à porta da mesquita onde seguramente fará sucesso!

 
At 15:16, Blogger Virus said...

Grande anonymous,

como sempre continua...anónimo!!!

Caro, Sliver, não é por nada , mas não tem uma maneira para evitar comentários de invertebrados com falta de coragem para assumir quem são? è só uma opinião aqui do racista e preconceituoso que eu sou!

Outra vez caro anonymous,

Não sei se se recorda, mas conforme até na Resolução aprovada esta noite na UN, foi o Hezbollah que iniciou as hostilidades com um ataque sem provocação a uma patrulha israelita, em território israelita (e não me venha com essa treta de territórios ocupados porque não foram os palestinianos)! Israel apenas respondeu a essa provocação!

Por fim essa de toda a vida ser sagrada para si é hilariante, pois quando compara o que o estado de Israel faz com o que o Hezbollah, e outros quejandos, fazem está a ser um absoluto ignorante de como as coisas se passam.

O estado de Israel bombardeia e ataca alvos préviamente definidos, com valor militar, ou político, baseado na informação (intelligence) que recebe, muitas vezes dos próprios muçulmanos (que até a dão por razões de luta interna pelo poder). No meio dessa informação também há lugar a erros, como em tudo, e esses erros custam por diversas vezes, e lamentávelmente, vidas de "inocentes".
O Hezzbollah, e outros grupos do género, atacam indicriminadamente qualquer pessoa, civil ou militar, sem nenhum objectivo militar ou político, que não seja matar o máximo de pessoas possível, seja lá onde fôr.

Vê aqui alguma diferença?

 
At 17:48, Anonymous anti-turra said...

É evidente que há por aqui gente que não se deixa ir em tretas.

Que tal irem dar uma olhada pelo forum Eco da Noticia ( http://ecodanoticia.net/ ) e trocarem impressões com os apoiantes dos islamo-fascistas?

 
At 18:06, Anonymous Anónimo said...

"Estamos todos a defender-nos dessa religião/ideologia retrógrada e criminal "


Não perca mais tempo então.
Essas suas palavras são elucidatórias o quanto não atacam os muçulmanos.

Nas escolas de israel aprende-se a odiar muçulmanos, em alguns países muçulmanos parece que fazem o mesmo.
O ódio não é exclusivo de um lado.
O estado de Israel é inclusivo discriminatório e racista, não será o único, só que trata-se do único que se considera democrático.
(Arabes de israel não podem casar com arabes da cisjordania)
Muitos mais exemplos poderiam ser dados.

Entenda, não estou por uns nem por outros, só pela dignidade humana, aquela que recusam ao povo da Palestina mantendo-os em campos gigantes de concentração sujeitos ao mais barbaro tratamento diário.

Leiam a entrevista

http://resistir.info/chossudovsky/11set_2_10ago06.html

Logo no inicio citei suas palavras onde chama subrepticiamente chama muçulmanos de criminosos.
Quem perdeu tempo fui eu.
Um excelente fim de semana a todos vós.

 
At 18:10, Anonymous Anónimo said...

http://resistir.info/moriente/chomsky_08ago06.html

Acabei por colocar o link errado =)

O link em cima é uma excelente analise do conflito e esqueçam o outro.

E agora sim, bom final de semana

 
At 19:23, Anonymous Anónimo said...

o incompetente não sabe escrever nem colocar links, porque haveria de saber pensar... e vem com os argumentos do chomsky... coitado.

 
At 23:47, Anonymous pataphisico_azul said...

Em Israel toda a gente pode casar com quem quiser. O que não pode é trazer uma esposa/marido estrangeiro para dentro do país (da Cijordania, de Portugal, ou da Molvania). E tem piada o facto de os israelitas aprenderem a odiar árabes na escola... na mesma escola e na mesma turma onde andam árabes?

 
At 17:00, Blogger Elise said...

Chomsky??? Por favor...

 
At 02:19, Blogger Virus said...

O anonimo ignorante (sim agora estou a ofendê-lo, mas sem lhe chamar nomes, apenas atributos) que fala do ensino nas escolas em Israel não deve conhecer pevas do sistema educativo israelita (pelo aspecto nem do português ou qualquer outro), e depois vem para aqui dizer que os ensinam a odiar os árabes... Pois... até poderia dizer que são uma cultura bastante fechada (como por exemplo a chinesa/asiática) mas não é por isso que com 4 e 5 anos lhes dão armas para as mãos, os ensinam a manipular bombas, os vestem de camuflado e os pôem a terinar para a guerra.

Meu caro, infelizmente não são os israelitas que roubam a infância daquelas crianças muçulmanas, são os próprios pais e irmãos, que quando uma criança nasce já lhe traçam o destino que é morrer mártir, e levar uns quantos infiéis pelo caminho.

Aqui entre nós, o meu caro não tem a mínima noção do que é ter filhos, ou amá-los, pois não? Se soubesse ficava pasmado como eu, de ver aqueles pais encherem-se de orgulho de ver as crianças de 8 anos a falar em morrer como se de ir passar o fim-de-semana à praia se tratasse.

Deixe-me que lhe diga, não há nada pior para um pai, ou mãe, do que ver um filho morrer antes de si próprio, logo explique-me porque é que eles os colocam em situações perigosas?

Você sabe lá o que é que é a dignidade humana? Deve aprendê-la sentadito no sofá a ver televisão e do que lê nos jornais... veja-a no terreno, da pior forma possível e depois volte para aqui comentar para ver se continua com o mesmo discurso.

 
At 10:55, Blogger Anthrax said...

Gostei da parte dos «racistas». A sério que gostei.

Depois, também gostei muito das referências a Noam Chomsky e do «Por favor...» da Elise ao qual, junto o meu «Por favor!» também ao mesmo tempo que bato com a cabeça no teclado.

Ler Popper, Hayek, Waltz, Nye, Graham, Bull, Oakeshott e mesmo os mais antigos como Burke, Montesquieu, Hobbes, Sto Agostinho, S. Tomás de Aquino, Cícero, Aristóles, Platão, ou até Kant, Hegel, Fichte, Nietzsche, Marx, Maquiavél, Mosca, Paretto etc. Tudo bem, podemos ter mais afinidades com uns do que com outros, podemos concordar com uns mais do que com outros.

Agora, Chomsky!?

Por favor... o homem é um linguísta com uma visão progressista do ensino e esta ideia da Educação Progressista tem levado com cada "estalada", que me espanta como é possível ainda não ter "morrido".

 

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