Observatório da Jihad


23.10.06

«O Furacão Maomé»

Como um furacão, a violência desencadeada no final do Ramadão de 2005, nos arredores das cidades francesas, custou às companhias de seguros 160 milhões de euros, segundo um comunicado datado de 20 de Outubro da Fédération française des sociétés d'assurances.
Dezenas de edifícios públicos e empresas e cerca de 9.000 veículos foram total ou parcialmente destruídos durante as três semanas de violência provocada pelos «jovens».

7 Comments:

At 00:11, Blogger Marco said...

Compare-se a popularidade de duas religiões não-cristãs no Ocidente. Porque é que o Budismo é tão admirado e o Islão está sempre associado a problemas e conflitos?

 
At 00:40, Anonymous a43 said...

Até hoje não consegui entender porque estes "djeunes" queimam carros e quebram tudo, inclusive seu proprios , suas escolas, sua assistência social etc...etc..!!
Como muitos outros povos que não usufruem de tanta infraestrtura, pode-se dizer que "cospem no seu proprio prato"!
haja!!
Deveriam morar em países que não houvesse tantas regalias...talvez assim pudessem valorizar o que possuem e lutar adquadamente para mais empregos ou outras vantagens.
É muito triste tudo isto.....

 
At 05:56, Blogger al cardoso said...

Mas o "politicamente correcto" europeu e frances, diz que a culpa e dos donos dos carros, que trabalharam e com o fruto do seu trabalho os compraram!!!

Abre os olhos Europa!!!

 
At 10:46, Blogger João Moutinho said...

Estes bando de criminosos são constituídos, muitas vezes, por indivíduos de oriogem magrebina que até nem têm muito o hábito de irem á Mesquita.
São deliquentes e, como tal, assim deveriam ser tratados.
Mas isto há de continuar até porque os europeus entendem por bem não fazer filhos - às vezes apesar de toso o "iluminismo" consideram legal matar as criancinhas ainda no ventre materno sem arazão aparente.

 
At 10:59, Blogger JV said...

João Moutinho, recordo-me de, nessa altura ter visto um vídeo em que os "jovens" gritavam «Allah U'Ahbar!» enquanto queimavam um carro. Podem não ser crentes fervorosos, mas o Islão terá a sua influência.

 
At 11:33, Blogger Sliver said...

Podem não ter o Islão como religião mas usam-no como ideologia para atacarem os valores ocidentais que detestam. Não falham uma manif em que se defenda o véu, o Hezbollah e outros sucedâneos do islão.
São seguramente «bandos de criminoso» que não têm o correspondente tratamento e punição da parte das autoridades para não ferir susceptibilidades de índole religiosa e comunitária. Mas disso eles são culpados como explica Pascal Bruckner http://observatoriodajihad.blogspot.com/2006/10/ensaio-sobre-o-masoquismo-ocidental.html

 
At 11:39, Blogger Sliver said...

No comentário anterior, a última frase está truncada. Deve ler-se:
Mas disso eles NÃO são culpados como explica Pascal Bruckner http://observatoriodajihad.blogspot.com/2006/10/ensaio-sobre-o-masoquismo-ocidental.html

 

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